Horário de funcionamento

Terça a Sexta-feira, das 9h às 17h
Domingo, das 9h às 12h
Entrada Franca

Localização

Rua Manoel Batista, 51 - Centro - 35660-049 – Pará de Minas/MG
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História Oral, Memória

Consiste na gravação de depoimentos de pessoas idosas, personalidades, trabalhadores, entre outras, resgatando a história pessoal/profissional e/ou da comunidade. As gravações são transcritas e disponibilizadas para pesquisas. Posteriormente, se transformarão em textos para publicação.

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Quinta no Museu

Quinta-feira é o novo dia da promoção do Muspam. A Área de Atividades Complementares, onde acontece a programação, passou por reformas de melhoria ficando mais adequada aos eventos.

O Projeto Quinta no Museu, denominado Quarta no Museu até a 10ª edição, foi concebido para oportunizar a apresentação de todas as linguagens artísticas e culturais na Área de Atividades Complementares do Museu Histórico. Desta forma, o Museu concilia o seu horário noturno com uma manifestação de arte e inteligência em suas dependências, atraindo novos públicos e abrindo mensalmente mais uma opção de cultura, arte e entretenimento para a comunidade. No ano de 2015 o projeto recebeu o apoio do Sitrasesp - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Pará de Minas; de março a julho de 2016 o apoio foi da empresa Eletrofaria; em agosto foi dos Postos Paraense; em setembro foi de um particular. A partir de outubro/2016 a promoção foi temporariamente suspensa devido às dificuldades da economia do país, inviabilizando o patrocínio. Em 2017 a Base Empreendimentos, comemorando os 20 anos de fundação da empresa imobiliária, apoiou o Quinta no Museu. A parceria foi renovada para 2018 durante a 38ª edição do projeto, em 19 de outubro de 2017, no show com Markos Moura. Em 22 de novembro de 2018, a Base Empreendimento renovou a parceria para 2019, durante o  show musical de Tiago Phillip. A Base Empreendimentos acredita e apoia os talentos artísticos de Pará de Minas.

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Guardas no Museu

O Projeto Guardas no Museu consiste na apresentação periódica das Guardas de Congo de Pará de Minas, festejando os seus santos de devoção, nas dependências da instituição museal. O acervo de arte sacra é exposto na área ornamentada para a ocasião.  Com o ritual folclórico que ocorre durante a apresentação dos grupos, as peças sacras deixam de ser museológicas e retornam à função para a qual foram concebidas originalmente. O projeto visa ressaltar essa manifestação da cultura da nossa terra e possibilitar que os objetos guardados e preservados pelo Museu sejam reconhecidos como parte dela.

As Congadas

As Congadas são manifestações de homenagens a Nossa Senhora do Rosário e aos Santos negros. A devoção dos negros a Nossa Senhora do Rosário é muito antiga. Os escravos africanos a compararam com Ifá, orixá da adivinhação que, semelhante a Ela, trazia nas mãos um cordão com sementes, lembrando as contas do terço da Senhora do Rosário.
O registro mais antigo dessa manifestação em Minas Gerais é do jesuita André João Antonil, que viveu no Brasil e acompanhou o Padre Antônio Vieira em 1681. Na sua obra “Cultura e Opulência do Brasil”, publicada em 1711 em Lisboa, ele descreveu o costume dos negros de criarem reis e juizes para as festas de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito: Negar-lhes totalmente os seus folguedos, que são o único alívio do seu cativeiro, é querê-los desconsolados e melancólicos, de pouca vida e saúde. Portanto, não lhes estranhem os senhores o criarem seus reis, cantar e bailar por algumas horas honestamente em alguns dias do ano, e o alegrarem-se inocentemente à tarde depôs de terem feito pela manhã suas festas de Nossa Senhora do Rosário, de São Benedito e do orago da capela do engenho, sem gasto dos escravos, acudindo o senhor com sua liberalidade aos juizes e dando-lhes algum prêmio do seu continuado trabalho. Porque se os juizes e juizas da festa houverem de gastar do seu, será causa de muitos inconvenientes e ofensas a Deus, por serem poucos os que o podem licitamente ajuntar.

As guardas, chamadas também de ternos, com denominação particular e estandarte próprio, possuem coreografias, indumentárias e músicas que as distinguem.Todas elas formam a Congada, que é a denominação genérica da grande família coreográfica em torno de Nossa Senhora do Rosário e dos Santos negros.

Fonte: MARTINS, Saul. Folclore em Minas Gerais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1991.

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