Museu Histórico de Pará de Minas

Meteorito Pará de Minas


                                                                           Por Ana Maria Campos*                                   

                               Em 28 de abril de 2005 o Museu Histórico de Pará de Minas recebeu a visita do sr. Wan-Dick Almendro de Almeida, na época estava com 78 anos, ocasião em que contou à diretora Suzana Franco dos Santos que na infância viu cair um meteorito em Pará de Minas e que ele se encontra exposto no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, cidade onde reside. Meteoritos são fragmentos de corpos sólidos naturais (asteróides, lua, marte, cometas ...), que vindos do espaço penetram a atmosfera terrestre, se incandescem pelo atrito com o ar  e atingem a superfície terrestre. A chegada de um meteorito é anunciada pela passagem de um grande meteoro, chiado e estrondos cacofônicos (IN: www.meteoritos.kit.net/quesaometeoritos.htm).
                               Wan-Dick Almendro é natural de Pará de Minas, cidade onde residiu até os 17 anos de idade, transferindo-se para o Rio de Janeiro. O amor pela terra natal é transmitido na fala: – “gosto muito de Pará de Minas e sempre que posso venho pra cá. Sei de tudo que acontece aqui.”
                               Wan-Dick Almendro de Almeida rememorou a queda do meteorito: – Eu era um menino de 7 anos e estava brincando com um amigo na rua quando vi passar no céu uma bola de fogo enorme com uma cauda e ela foi em direção à serra onde hoje está o Cristo; mas na época, em 1934, não tinha o Cristo não, era só a serra com um cruzeiro. A claridade foi tanta que iluminou até as formiguinhas (risos), dava para ver tudo, porque eram 19 horas quando esse meteorito passou.
                                Indagado pela entrevistadora se ele sabia como o meteorito foi encontrado e como foi repassado ao Museu Nacional, Almendro respondeu:  – Foi um senhor modesto que estava passando de carroça em uma estrada de chão quando o pneu da carroça esbarrou em alguma coisa. Então o homem foi verificar e viu uma pedra, que ele tentou levantar e não conseguiu. Chamou um amigo para ajudar a tirar a pedra do caminho. A pedra é pequena, mas é muito pesada, ela pesa 112 quilos. Depois um engenheiro do DNER viu a pedra na porta da casa desse senhor humilde e ficou com ela, vendendo-a para o Museu Nacional por 114 mil reis. Naquela época era muito dinheiro (...).
                               Ainda residindo no Rio de Janeiro e já aposentado, Wan-Dick Almendro de Almeida foi ao Museu Nacional conseguindo fotos do Meteorito de Pará de Minas para o Museu da cidade onde nasceu (ver abaixo). Conseguiu também uma publicação do próprio Museu Nacional, em inglês, dedicada ao meteorito que aqui caiu em 1934. Na publicação mencionada, que é o Boletim do Museu Nacional, Nº 18, de 06 de outubro de 1952, mais detalhes são encontrados sobre o Meteorito de Pará de Minas, denominação ligada ao local onde foi encontrado, técnica usualmente utilizada para facilitar a localização.
                               Reproduzimos abaixo algumas informações do boletim:

                                                                  BOLETIM DO MUSEU NACIONAL
                                                                               NOVA SÉRIE
                                                                         Rio de Janeiro - Brasil
                                                             GEOLOGIA  -   Nº. 18   -   6 de outubro de 1952

                                                                 METEORITO DE PARÁ DE MINAS 
                                                                 Por Walter da Silva Curvello e Cândido Simões Ferreira

                                O presente documento trata de um meteorito que foi preservado completamente na coleção do Museu Nacional do Rio de Janeiro durante quinze anos, sem uma descrição publicada e quase totalmente desconhecido (...). A única referência escrita sobre esta massa meteórica aparece no Boletim do nº. 31 do Serviço da Produção Mineral que é um relatório do Diretor desta pesquisa durante o ano de 1937 de onde nós conseguimos um pouco de informações.
                               Conforme a referida publicação, o meteorito caiu em 1934 nas terras da fazenda Palmital, próxima da cidade de Pará de Minas [grifo nosso] que situa-se perto, e é vizinha do distrito de Igaratinga, Estado de Minas Gerais - Brasil.
                               Um fragmento dessa massa foi levado e submetido à análise no Laboratório (Serviço de Produção Mineral) mencionado e o resultado foi este:“É Holosiderio, composto de ferro e pequena porção de níquel.
 [grifo nosso]. Este meteorito foi comprado pelo Museu em 1941, não havendo, porém nenhum registro sobre o nome da pessoa envolvida nessa compra, circunstâncias da queda e outros dados úteis. Um considerável fragmento (+ ou - 8 kg) foi retirado da massa meteórica e levado para a Universidade de São Paulo em 1941, supostamente para estudo. Porém, nada e nenhum papel foi publicado cientificamente sobre esse meteorito.
                               O Meteorito de Pará de Minas é, no entanto, uma real e grande massa, pesando originalmente um pouco mais de 112 kg [grifo nosso]. A maior massa na coleção do Museu Nacional pesa 101.900 Kg. Algumas pequenas lascas (fatias) preparadas para troca faziam um total de 1.238 Kg. Uma dessas partes foi enviada, em troca, para o Museu Nacional dos Estados Unidos, em Washington, e outro para o Museu de Meteoritos Americano, no Arizona.
                              As coordenadas geográficas do local da queda da massa principal (a massa meteórica) são: 19º 52’ Lat. S. e 44º  37’  long. W [grifo nosso].”

                              Na descrição do meteorito, o boletim relata: tem um aspecto peculiar devido à ausência completa dos buracos e manchas, tão comuns nesses corpos extraterrestres. Se parece com uma pêra deformada que tem no seu ápice vestígios fortes de uma fratura ocorrida durante os últimos momentos do vôo atmosférico da massa, (...) O fragmento separado assim, poderia ter caído muito longe do local onde a massa principal foi encontrada. É então possível que, no futuro outra massa meteórica pequena seja descoberta nos distritos vizinhos ao redor de Pará de Minas ou Igaratinga [grifo meu], neste caso nós devemos ter cuidado para procurar semelhanças com este meteorito presente. É até mesmo possível que essa fratura e a conseqüente separação em dois ou mais fragmentos tenha ocorrido quando o corpo estava muito longe do lugar da queda da massa principal [grifo meu], (...). A superfície externa do meteorito de Pará de Minas é oxidado, talvez muito oxidado para um meteorito que tenha caído em 1934, (...)”.

                             O boletim finaliza apresentando a análise química do meteorito, constatando-se que é do tipo metálico; o documento ainda registra os métodos empregados na investigação. 
                             Com o minucioso relato apresentado na publicação do Museu Nacional, traduzido por Fátima Carvalho Campos, a quem agradecemos pela gentil colaboração, veio à tona que parte dele poderia ainda  ser encontrada em nossa região se já não o foi inadvertidamente. Caso tenha sido, esperamos que esteja preservada e que tenha despertado a curiosidade da pessoa que a encontrou, estimulando-a a pesquisar a singular peça.                                               
                             Os meteoritos são portadores de importantes informações uma vez que, viajando pelo vasto universo são como fósseis que revelam enigmas a quem os investigam. O cosmo, desde a antiguidade, atrai a atenção dos seres humanos pelos segredos que carrega, força e magnetismo.
Veja abaixo as fotos do Meteorito de Pará de Minas.

 

*Ana Maria de Oliveira Campos é pesquisadora da história de Pará de Minas, diretora do Museu Histórico Municipal.

                                                                                                                                                                                                                                                          Em 05.09.2010

PS: Em 07 de janeiro de 2016, D. Raimunda Maria Duarte nos procurou no Museu para contar que foi o pai dela, João Bertoldo Dias (ver foto abaixo), quem encontrou o meteorito em Palmital, local onde havia nascido e residência dele. D. Raimunda e os irmãos cresceram ouvindo a história que em um dia após muita chuva o pai deles estava trabalhando com um carroção de boi, tendo este batido em uma pedra cuja ponta era diferente das demais, o que chamou a atenção dele. O pai, João Bertoldo, removeu do que acreditava ser uma pedra, o barro da chuva que recobria grande parte dela, e com uma ferramenta nela bateu ouvindo um "tinido" (som) que achou também muito diferente. Como não conseguiu movê-la sozinho, pediu ajuda a companheiros e levou-a para a casa dele. A notícia se espalhou e muitas pessoas foram conhecer a tão diferente pedra. Uma dessas pessoas, que D. Raimunda não soube nomeá-la, pressionou o pai para que ele vendesse a “pedra” pelo preço que lhe era oferecido, valor que ela não se lembra com exatidão. Mencionou no depoimento: 8 e 50 reis. Após a venda da “pedra”, o pai já não gostava de abordar o assunto nessa parte, pois pensava que ele havia sido passado para trás. Tempos depois, João Bertoldo teve notícias que a pedra estava no Rio de Janeiro. João Bertoldo Dias faleceu em 20.09.1992, aos 92 anos, e seus descendentes residem em Pará de Minas.

          Em 02 de maio de 2016 um fragmento do Meteorito Pará de Minas foi doado ao Muspam, após intermediação do Deputado Federal Eduardo Barbosa junto à direção do Museu Histórico Nacional (RJ).

 

Van Dick Almendro de Almeida com o Meteorito de Pará de Minas.
Van-Dick Almendro de Almeida
com o Meteorito de Pará de Minas.
Tamanho do Meteorito de Pará de Minas
em relação a uma caneta.
Esq/dir: Maria do Carmo Burgos e Maria Eustáquia da Costa (Taquinha) ladeam o
meteorito que caiu em Pará de Minas em 1934, quando da visita delas ao Museu
Nacional, no Rio de Janeiro, em 2003.

                         Fotos: Rodrigo Alves Campos.Abril/2015.

João Bertoldo Dias e esposa Francisca Romana de Jesus, em 1980 aprox. Ele encontrou o meteorito na Fazenda Palmital, em 1934. Imagem cedida pela filha dele, D. Raimunda Maria Duarte.

Oficina África na Escola



África na Escola. Esta foi a temática trabalhada com professores especialistas das escolas municipais na manhã da sexta-feita, 27 de agosto de 2010, no Museu Histórico. Lóren Graziela Carneiro Lima, especialista no tema e coordenadora do setor educativo do Museu, preparou e comandou a oficina instrumentalizando as profissionais da educação municipal. A Lei Federal Nº 10639/2003, que determina a obrigatoriedade do ensino nas escolas da História e Cultura Afrobrasileira foi abordada, após o percurso histórico. A parte prática foi também trabalhada, encerrando a produtiva manhã. A Oficina África na Escola foi resultado da parceria da Secretaria de Cultura/Museu Histórico com a Secretaria de Educação de Pará de Minas
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Quarta no Museu apresenta Banda Casa da Mãe Joana






                 O Projeto Quarta no Museu, 6ª edição, dia 25 de agosto de 2010, às 20h, apresenta a Banda Casa da Mãe Joana, o mais novo grupo no cenário musical de Pará de Minas. 
                  Irreverente e divertida, misturando a arte musical com arte cênica, a banda apresenta uma proposta totalmente inovadora contagiando o público com repertório que é uma viagem musical de ritmos desde os anos 60 até à atualidade.  
                Ao contrário da balbúrdia que o nome da banda induz, é organizada, muito bem estruturada e seus integrantes são gabaritados músicos. A expressão que dá nome a banda, "casa da mãe Joana", é muito antiga, sendo associada a local ou situação sem organização, onde predomina a confusão. Os bem humorados músicos a relacionaram ao mix que fazem na viagem musical percorrida em cada apresentação.
               A Banda Casa da Mãe Joana é formada pelos músicos Gustavo Duarte (percurssão), Robson Mendes (Guitarra), Gláucio Seabra (baixo) e Elis Tavares (vocal).

              Gustavo Duarte traz no sangue a história musical e influência de seu pai. Percussionista desde os 12 anos, Gustavo já passou por diversas bandas de estilos diferentes e na "Casa da Mãe Joana"  o  diferencial rítmico adquirido no decorrer desses anos é empregado, aliado à criatividade presente em sua característica. Além de criar arranjos para as músicas do repertório, juntamente com Robson Mendes (guitarrista), Gustavo cuida de toda a produção de show e visual do grupo.

              Elis Tavares iniciou a carreira em barzinhos da cidade e região, adquirindo um repertório com variados estilos musicais. Participou de diversas bandas e, paralelamente ao Projeto Casa da Mãe Joana, mantém sua tradição em barzinhos, apresentando-se com outro conceito musical.

              Gláucio Seabra iniciou os estudos musicais aos 9 anos. Estudou teoria musical, violão e guitarra, mas o interesse pelo contra baixo logo destacou-se, levando-o a participar de algumas bandas da cidade. Na "Casa da Mãe Joana" seus conhecimentos e técnicas musicais produzem um resultado inconfundível.

              Robson Mendes  iniciou os estudos musicais com trompete aos 11 anos, mas o gosto por instrumentos de corda (violão e guitarra) destacou-se, levando-o a estudar com excelentes professores da área e a participar de algumas bandas, ampliando ainda mais os conhecimentos. Atualmente, além de músico ele atua como professor de violão, guitarra e teoria musical em conceituada escola de música da cidade.

Mais informações: www.casamaejoana.com 

              Participe do show da Banda Casa da Mãe Joana no Museu Histórico de Pará de Minas!

Quinta no Museu

Quinta-feira é o novo dia da promoção do Muspam. A Área de Atividades Complementares, onde acontece a programação, passou por reformas de melhoria ficando mais adequada aos eventos.

O Projeto Quinta no Museu, denominado Quarta no Museu até a 10ª edição, foi concebido para oportunizar a apresentação de todas as linguagens artísticas e culturais na Área de Atividades Complementares do Museu Histórico. Desta forma, o Museu concilia o seu horário noturno com uma manifestação de arte e inteligência em suas dependências, atraindo novos públicos e abrindo mensalmente mais uma opção de cultura, arte e entretenimento para a comunidade. No ano de 2015 o projeto recebeu o apoio do Sitrasesp - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Pará de Minas; de março a julho de 2016 o apoio foi da empresa Eletrofaria; em agosto foi dos Postos Paraense; em setembro foi de um particular. A partir de outubro/2016 a promoção foi temporariamente suspensa devido às dificuldades da economia do país, inviabilizando o patrocínio. Em 2017 a Base Empreendimentos, comemorando os 20 anos de fundação da empresa imobiliária, apoiou o Quinta no Museu. A parceria foi renovada para 2018 durante a 38ª edição do projeto, em 19 de outubro de 2017, no show com Markos Moura. Em 22 de novembro de 2018, a Base Empreendimento renovou a parceria para 2019, durante o  show musical de Tiago Phillip. A Base Empreendimentos acredita e apoia os talentos artísticos de Pará de Minas.


A 64ª edição, prevista para o dia 19 de março de 2020, às 20 horas, com Paulo Vicente e Banda, com o apoio cultural da Base Empreendimentos, foi cancelada pelo  Decreto Municipal Nº 11.041, de 16.03.2020, proibindo eventos públicos e privados com aglomeração de pessoas superiores a 10, seja em local fechado ou aberto, em razão do Coronavírus, entre outras medidas.

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A 63ª edição, dia 20 de fevereiro de 2020, às 20 horas, foi com a Banda Ellus, com repertório composto por marchinhas de carnaval. 

Apoio cultural: Base Empreendimentos

 

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A 62ª edição, dia 12 de dezembro de 2019, às 20 horas, com Kátia Nery (voz), João Rachid (piano) e Kennedy Nery (bateria). Apoio cultural: Base Empreendimentos

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A 61ª edição, dia 21 de novembro de 2019, às 20 horas, ocorreu com Lourdinha Silva (voz), acompanhada dos músicos Rodrigo Maciel (teclado) e Werner

Copatto(flauta)

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A 60ª edição, dia 17 de outubro de 2019, às 20 horas, a atração foi a Banda Cristal, com repertório dos anos 1960, 70 e 80. Apoio cultural: Base Empreendimentos

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A 59ª edição, dia 19 de setembro de 2019, às 20 horas, foi com a Seresta das Irmãs Silva, no Parabéns, Pará de Minas!, comemorando os 160 anos do Município. Apoio da Base Empreendimentos.

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A 58ª edição, dia 15 de agosto de 2019, às 20 horas,  com o encontro das Guardas de Congo de Pará de Minas, festejando os seus santos de devoção, na 13ª edição do Projeto Guardas no Museu.  Apoio da Base Empreendimentos.

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A 57ª edição, dia 18 de julho de 2019, ocorreu com Markos Moura (voz e viola) e Itamar Sanfoneiro. Participação especial dos professores de dança: Cláudia Mota e Dênis Santos.  Apoio: Base Empreendimentos.

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A 56ª edição, dia 13 de junho de 2019, ocorreu com Adriano de Oliveira (voz e sanfona). Apoio: Base Empreendimentos.

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A 55ª edição, dia 16 de maio de 2019, às 20 horas, aconteceu com o tenor Samuel Lopes e participação do Coral Bittencourt. Apoio: Base Empreendimentos.

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A 54ª edição, dia 11 de abril de 2019, aconteceu com Humberto Martins (voz e violão), acompanhado pelo cajon de Kadu, em show de MPB. Apoio: Base Empreendimentos.

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A 53ª edição, dia 21 de março de 2019, foi com Lucas Deco (voz e violão), que apresentou-se em show de MPB acompanhado de Juninho Oliveira no cajon. Apoio: base Empreendimentos.

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A 52ª edição, dia 21 de fevereiro de 2019, foi com o Grupo Simplicidade do Samba, em pré carnaval de sambas antológicos e marchinhas. Apoio: Base Empreendimentos.

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A 51ª edição, dia 13 de dezembro de 2018, 20h, aconteceu com o Grupo Teatral Chegar Poético, com o espetáculo “Encantos, em cantos de Natal”. Músicas, poesias, contos, em uma noite cheia de emoção. O público fez parte do espetáculo declamando poesias. O Quinta no Museu de 2.018 foi encerrado com chave de ouro! Apoio: Base Empreendimentos.

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A 50ª edição, dia 22 de novembro de 2018, o show musical foi de Tiago Phillip (voz e violão), apresentando músicas Internacional e MPB. Apoio: Base Empreendimentos.

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A 49ª edição, dia 18 de outubro, a atração foi o Grupo Brisa, formado pelas irmãs Sandra (voz), Andréa (voz), Derlane (flauta e voz) e Adriana Moreira(sax e voz), Mariana Resende Souza (tecladista e voz) e os convidados Gláucio Seabra Pinto (baixo e violão), Gleges Eustáquio Ferreira (codinome Tito: violão, ukulelê, cavaquinho e viola). Apoio: Base Empreendimentos.

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A 48ª edição, dia 13 de setembro, comemorou o aniversário de 159 anos de Pará de Minas com a inauguração da exposição “Pará de Minas, quem te viu, quem te vê”, uma mostra de fotografias antigas e atuais, comparando os mesmos ângulos da cidade, e logo após, houve a seresta das Irmãs Silva, acompanhadas dos músicos Airton de Igaratinga (teclado), Antônio Rachid (violão) e João Rachid (acordeon), e participação especial do Coral Nossa Senhora da Piedade - patrimônio imaterial de Pará de Minas. Apoio: Base Empreendimentos.

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A 47ª edição, dia 16 de agosto de 2018, às 20 horas, apresentou as Guardas de Congo de Pará de Minas, festejando os seus santos de devoção, na 12ª edição do Projeto Guardas no Museu. Apoio da Base Empreendimentos.

Saiba mais e veja as fotos aqui

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A 46ª edição, dia 19 de julho de 2018, apresentou a Banda Cristal com repertório dos anos 60, 70 e 80. Participação especial de Cláudia Mota com um número de sapateado. Apoio da Base Empreendimentos.

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A 45ª edição, dia 21 de junho de 2018, às 20 horas, com show de Adriano de Oliveira (sanfona evoz), acompanhado do percussionista Cristiano Almeida  e do violonista Carlos Wellington. Participação especial do casal de dançarinos Dênis Santos e Cláudia Mota, que apresentou um forró pé de serra, iniciando o show. Apoio da Base Empreendimentos.

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A 44ª edição, dia 24 de maio de 2018, às 20 horas, apresentou Marcelo Soares (voz e violão), em show de MPB, Pop, Samba e Internacional. Apoio da Base Empreendimentos.

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A 43ª edição, dia 19 de abril de 2018, com show de Edmar Dutra (voz e violão), apresentou MPB e Pop Rock. Apoio da Base Empreendimentos.

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A 42ª edição, dia 15 de março de 2018, ocorreu com o show de MPB de Lourdinha Silva & convidados, e apoio da Base Empreendimentos.

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A 41ª edição aconteceu em 08 de fevereiro de 2018, sendo a primeira do ano. O grupo Simplicidade do Samba apresentou sambas memoráveis e marchinhas de carnaval antológicas. Apoio: Base Empreendimentos.

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A 40ª edição e última do ano de 2017, dia 14 de dezembro, foi com o Grupo Chegar Poético apresentando “Encantos, em cantos de Natal”. Músicas, poesias, contos, em uma noite cheia de luz e muitas surpresas. O público fez parte do espetáculo declamando poesias. Apoio: Base Empreendimentos.

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A 39ª edição, dia 16 de novembro de 2017, ocorreu com Cabeto e convidados, em show de MPB. Cabeto (Carlos Alberto de Melo Franco Santos com violão e voz) e os convidados: Jaime Bechtlufft com sua afinada e bela voz, Urbano Medeiros na  clarineta, Maurício chaveiro no bandeiro, Ivanzinho Leitão na marcação, Dr. Sérgio Maia no baixo, e Kátia Neri também no vocal.

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A 38ª edição, dia 19 de outubro de 2017, aconteceu com Markos Moura (voz, violão e teclado) apresentando MPB, Pop e Internacional. Apoio: Base Empreendimentos. Nessa noite, o apoio da Base Empreendimentos para 2018 foi renovado e divulgado ao público.

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A 37ª edição, dia 21 de setembro de 2017, foi com as Irmãs Silva e Coral Nossa Senhora da Piedade. Antônio e João Rachid (violão e acordeon) e Urbano Medeiros (clarineta e sax) também participaram. A programação foi inserida na 11ª Primavera de Museus, promovida pelo Ibram/MinC. Apoio: Base Empreendimentos; Rodrigo Junio - Bolos Cenográficos.

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A 36ª edição, dia 17 de agosto de 2017, foi com a dupla Vítor & Ruan (voz, viola e violão). A programação foi inserida na 6ª Jornada do Patrimônio Cultural de Minas Gerais, promoção do Iepha - Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais. Apoio: Base Empreendimentos.

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A 35ª edição, dia 20 de julho de 2017, às 20 horas, foi com o sanfoneiro e cantor Adriano de Oliveira. Participação do violonista Paulinho. Apoio da Base Empreendimentos.

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A 34ª edição, dia 22 de junho de 2017, às 20 horas, foi com Kátia Nery (voz) e Rodrigo Maciel (teclado). Participação de Kléber Nery (bateria). Eles apresentaram um show de MPB e Pop Internacional. Apoio: Base Empreendimentos.

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A 33ª edição, dia 18 de maio, 20 horas, aconteceu com as Guardas de Congo de Pará de Minas: Guarda de Congo Sagrada Família de N. S.ª do Rosário, Guarda de Congo Marinheiro Nossa Senhora do Rosário de Santo Antônio do Paiol, Irmandade de Nossa S.ª do Rosário – Os Nonatos, Guarda de Congo de N. S.ª do  Rosário Marinheiro de Santa Clara, e a Guarda de Congo Mirim de Santa Efigênia e São Benedito. Este Quinta no Museu recebeu a 11ª edição do Guardas no Museu. Apoio: Base Empreendimentos. A programação foi inserida na 15ª Semana de Museus, promovida pelo Ibram/MinC ( 15 a 21 de maio de 2017).

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A 32ª edição, dia 20 de abril, 20 horas, aconteceu o show de Patrícia Pimenta, João Rachid, Airton de Igaratinga e Urbano Medeiros, com o apoio da Base Empreendimentos.

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A 31ª edição, dia 16 de março de 2017, 20 horas, foi o show foi de Moisés Mendes e Adilson com repertório de MPB e Internacional dos anos 60,70, 80 e 90. Deixaram aquele gostinho de quero mais... A Base Empreendimentos é a apoiadora da promoção.

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A 30ª edição, dia 23 de  fevereiro de 2017, foi com o Grupo Circuito, que alegrou a noite de estreia da primeira edição do ano do projeto com o repertório de sambas, chorinhos e marchinhas de carnaval. O apoio foi da Base Empreendimentos.

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A 29ª edição, dia 22 de setembro de 2016, o show foi de Armando Scarpelli, o Zé da viola. Filho de Wilsinho da Floresta, herdou o talento do pai, assim como os irmãos, o também Wilsinho e o Emanuel. O show foi inserido na 10ª Primavera de Museus, promoção do Ibram - Instituto Brasileiro de Museus.

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A 28ª edição, dia 11 de agosto de 2016, apresentou o show musical de Fábio Meller (viola, violão e voz) acompanhado do sanfoneiro João Rachid. Houve a participação especial de Maria do Carmo Matoso declamando o poema "Solidariedade". O apoio foi dos Postos Paraense.

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A 27ª edição, dia 21 de julho de 2016, apresentou o show musical do Two Blacks: Isabel Mendes e Rodrigo Maciel com repertório pop internacional e MPB. A dupla levou dois convidados: o violonista Paulo César e a estudante de canto Lara Beatriz Campos. Apoio: Eletrofaria.

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A 26ªedição, dia 23 de junho de 2016, apresentou Markos Moura e Itamar Sanfoneiro. Voz, violão, viola e sanfona alegrando a noite fria de inverno. Antecedendo o show musical houve a apresentação da História de Pará de Minas pelos alunos da professora Ana Paula da Silva, 4º ano do Ensino Fundamental da Escola Anglo. Apoio: Eletrofaria.

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A 25ª edição, dia 19 de maio de 2016, apresentou o Grupo Reverso, composto pelos atores Carmélia Cândida, José Roberto Pereira, Marcilene Tavares e Wilsinho da Floresta com o espetáculo "Histórias em torno do fogo", contos da tradição oral mesclados com música. A apresentação integrou a programação da 14ª Semana Nacional de Museus, promovida pelo Instituto Nacional de Museus - Ibram/MinC. Os apoiadores foram a empresa Eletrofaria e Petrônio Matoso.

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 A 24ª edição, dia 14 de abril de 2016, apresentou Wilsinho Scarpelli cantando o melhor da música sertaneja. A Eletrofaria é a apoiadora do projeto musical.

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A 23ª edição, dia 17 de março de 2016, apresentou o grupo Chegar Poético com o espetáculo "Flor de Maracujá". Realização: Espaço Cultural Iluminartt. O grupo Chegar Poético apresentou no espetáculo uma das histórias mais lindas que já se ouviu: a história de Jesus. Música, teatro, poesia e muita emoção foram o fio condutor da sensível história. Texto e direção: Isabel Faria. A Eletrofaria, localizada na Rua Raquel Ferreira - 609, tel. (37)3232.3222, foi a apoiadora do projeto.

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A 22ª edição, dia 18 de fevereiro de 2016, apresentou um show de MPB com omusicista e cantor Gê, integrante da Banda Os Mísseis. Novamente o projeto recebeu o apoio do Sitrasesp - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Pará de Minas.


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A 21ª edição, dia 17 de dezembro de 2015, apresentou o Quarteto Refinado encerrando o projeto no ano de 2015. Talita Guaraciaba, Maria Inês Marinho, Gorete Chaves e Izabel Araújo cantaram o Brasil com a participação especial de Luciane Antunes, professora da Escola Municipal de Música Geraldo Martins – Geraldinho do Cavaquinho, no violão, e Anderson Luís na percussão. Em fevereiro de 2016, dia 18, estaremos de volta.

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A 20ª edição, dia 26 de novembro de 2015, apresentou Prelúdio de Natal com a Orquestra de Violões Anita Salles, regência de Júlio Saldanha, e participação especial do flautista Johnny Machado.  Ao término da apresentação, sons de um sino foram ouvidos levando os olhares atentos da plateia a procurá-los. Eles anunciavam a entrada do Papai Noel, que chegou desejando a todos um Feliz Natal e distribuindo balas, pirulitos e pipocas ao surpreso público da 20ª edição do Quinta no Museu.

Para a realização dessa noite, além do apoio imprescindível da Secretaria Municipal da Cultura, tivemos o apoio do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Pará de Minas – Sitraserp; o apoio da Maria Helena Mendonça, esposa do vereador Silésio Mendonça; de Mauro Andrade, Romana Campos e de Telma Bambirra.

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A 19ª edição, dia 22 de outubro de 2015, apresentou Waldemiro Guimarães e amigos. Waldemiro Guimarães, acompanhado dos amigos Urbano Medeiros, Airton de Igaratinga e Márcio Heleno Pereira, com maravilhosas músicas de seresta que apresentaram encantaram o público presente. Músicas de Lamartine Babo, Altemar Dutra, Francisco Petrônio, foram cantadas por Waldemiro, tendo o público acompanhado cantarolando-as também na maior felicidade. A apresentação impecável dos qualificados músicos arrancaram pedidos de bis! E a música Carinhoso, de Pixinguinha, foi lindamente interpretada por Waldemiro e amigos. E mais... atendendo também à solicitação do público, Waldemiro Guimarães brindou-nos com a Ave Maria, de Gounod, momento muito especial de fé, por ter ele dedicado a interpretação com um pedido a Deus para fazer cair a chuva sobre nós para amenizar a seca pela qual estamos passando. Noite maravilhosa, que novamente teve o apoio do Sitrasesp - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Pará de Minas.

 

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Na 18ª edição, dia 24 de setembro de 2015, os 156 anos de emancipação político-administrativo de Pará de Minas foram comemorados com o Coral Bittencourt no concerto Parabéns, Pará de Minas! Músicas sacras, eruditas e popular de diferentes épocas foram apresentadas sob a regência do maestro Samuel Lopes. Participação especial da soprano Angelina Ribeiro, do tenor Waldemiro Guimarães e do violonista João Franco. Além do Sitraserp - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Pará de Minas, apoiaram a promoção Rodrigo Junio Bolos Cenográficos e o Supermercado Panelão. 

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A 17ª edição, dia 17 de setembro de 2015, Ronaldo Cartacho com o personagem Dom Cartacho, defensor e observador das mulheres, comandou o espetáculo Ser mulher é simples assim... composto de música, dança, poesia, vídeo, teatro, folclore e muito humor. Momentos de cultura, lazer e homenagens às mulheres.

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 A 16ª edição, dia 20 de agosto de 2015 apresentou o espetáculo Chegar Poético, com o Grupo de Teatro Iluminartt. Poesias de amor, causos, histórias do nosso povo e músicas contagiaram o público. O grupo trabalhou o folclore brasileiro, que foi contado e cantado pelos atores. Pirulitos de limão, balas de mel... uma noite recheada de recordações... A promoção contou com o patrocínio do Sitraserp – Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público de Pará de Minas.

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A 15ª edição, dia 23 de julho de 2015 apresentou canções brasileiras interpretadas pela Família Rachid em show acústico. Sula (vocal), Helder (acordeon), Luciana (baixo e voz), Helinho (baterista) e Rafael (guitarrista) encantaram o público com o ritmo e a harmonia musical contagiante. Sula contou a historicidade de cada canção apresentada, transmitindo conhecimento e emoção ao interpretá-las, encantando o público. A promoção contou com o patrocínio do Sitraserp – Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público de Pará de Minas.

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A 14ª edição, dia 25 de junho de 2015, apresentou sambas e chorinhos com o Grupo Circuito, formado por Maurício chaveiro e Dé de Souza (percussão), Antônio do Hermes (violão 7 cordas), João de Souza (cavaquinho) e Jaqueline dos Santos (voz). A promoção contou com o patrocínio do Sitraserp – Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público de Pará de Minas.

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A 13ª edição, dia 21 de maio de 2015, apresentou o sarau Poesia com cachaça no Museu, integrando a programação da Semana Nacional de Museus/Ibram-MinC. Poemas de grandes autores da poesia foram declamados pelos artistas convidados: Carmélia Cândida, José Roberto Pereira, Marcilene Tavares e Wilsinho da Floresta. O sarau poético foi regado a cachaça que, além de ser uma referência aos poetas boêmios do passado, é um importante elemento cultural genuinamente brasileiro. Houve livre participação do público, que pode dizer, ler ou declamar seu poema de preferência. Uma noite de encontro com o outro, com nossa cultura e com a poesia! O público foi recepcionado com degustação de cachaça, torresmos e mandioca. Após o encerramento da apresentação foram distribuidos brindes para o público, uma garrafinha de cachaça com o rótulo do evento, e um café café mineiro foi servido. A promoção contou com o patrocínio do Sitraserp – Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público de Pará de Minas.

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A 12ª edição, dia 23 de abril de 2015, apresentou a Seresta com as Irmãs Silva, acompanhadas pelos músicos Antônio Rachid (violão), Urbano Medeiros (sax e clarineta) e Airton de Igaratinga (teclado). A apresentação foi memorável! O público acompanhou cantarolando todas as músicas. Apoio: Sitraserp – Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público de Pará de Minas. 


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A 11ª edição, dia 26 de março de 2015, foi a reestreia do projeto após as obras de melhoria na infraestrutura do Muspam. A Orquestra de Violões Anita Salles, regência de Júlio Saldanha, apresentou um repertório preparado especialmente para a ocasião: O toque feminino na MPB, músicas de Chiquinha Gonzaga, Dolores Duran, Marisa Monte, Paula Fernandes, Angela Rô Rô, Ana Terra e Rita Lee. Apoio: Sitraserp _ Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Pará de Minas.

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 A 10ª edição, dia 1º de dezembro de 2010, apresentou o Coral Bittencourt no especial de Natal. As músicas foram criteriosamente selecionadas pelo maestro Samuel Lopes, agradando a todos. No local da apresentação foi montado um presépio com as peças de cerâmica do mestre Sica (Raimundo Nogueira de Faria) e os jardins receberam luzes. O espírito natalino esteve presente coroando a apresentação. 

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A 9ª edição, dia 17 de novembro de 2010, às 20h, foi com os seresteiros Jésus Aguiar (Pulga) e Alisson Mendes. A dupla encantou a plateia com o seleto repertório. As belas melodias antológicas reavivaram doces lembranças nas pessoas que foram prestigiar.

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A 8ª edição, dia 20 de outubro de 2010, às 20h, apresentou o melhor da seresta com os músicos João Franco, João de Souza e Adriana Araújo. O trio foi formado especialmente para esta apresentação que colocou o romantismo desse gênero musical em evidência. O sentimentalismo da seresta foi o destaque da noite no Museu Histórico, agradando o público presente que entusiasmado cantou acompanhando a cantora Adriana Araujo.

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A 7ª edição, dia 22 de setembro de 2010, às 20h, apresentou o Coral Nossa Senhora da Piedade cantando músicas que autores da terra fizeram para Pará de Minas. O repertório apresentado no mês do 151º aniversário do Município inspirou o nome da apresentação "Parabéns, Pará de Minas!" A promoção encerrou o 2º Circuito de Corais de Pará de Minas e o Festival Internacional de Corais que pela primeira vez aconteceu na cidade, promoção da Secretaria Municipal de Cultura. A noite Parabéns, Pará de Minas!, também integrou a programação da 4ª Primavera de Museus, promoção do Instituto Brasileiro de Museus - Ibram/MinC. Na oportunidade, Wanderlei Salmazo, editor proprietário do jornal Diário, fez a doação dos exemplares do jornal desde o exemplar Nº 00, para o Museu Histórico de Pará de Minas.                                              A noite Parabéns, Pará de Minas! teve o apoio cultural do Posto Paraense Ltda.

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A 6ª edição, dia 25 de agosto de 2010, às 20h, apresentou a Banda Casa da Mãe Joana, o mais novo grupo no cenário musical de Pará de Minas. 
Irreverente e divertida, misturando a arte musical com arte cênica, a banda mostrou uma proposta inovadora contagiando o público com o modo irreverente e bem humorado, além de vasto repertório que proporcionou uma viagem musical desde os anos 60 até à atualidade.  
Ao contrário da balbúrdia que o nome da banda induz, é organizada, muito bem estruturada e seus integrantes são gabaritados músicos. A expressão que dá nome a banda, "casa da mãe Joana", é muito antiga, sendo associada a local ou situação sem organização, onde predomina a confusão. Os disciplinados e bem humorados músicos a relacionaram ao mix que fazem na viagem musical percorrida em cada apresentação.
A Banda Casa da Mãe Joana é formada pelos músicos Gustavo Duarte (percurssão), Robson Mendes (Guitarra), Gláucio Seabra (baixo) e Elis Tavares (vocal). Isabel Faria integra a banda com a personagem Ritinha e é em torno dela que o show acontece. Imperdível!

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A 5ª edição apresentou na noite de 28.07.2010 o tenor Samuel Lopes, acompanhado pela pianista Euridiana Silva. O repertório eclético preparado pelos artistas, com músicas desde o Século XVII até a atualidade, aliado à interpretação primorosa de Samuel Lopes, demonstração de técnica, emoção e lirismo, aguçaram a sensibilidade do púlico gerando no ambiente uma aura de harmonia e amor.  Os pais do tenor, sr. Joaquim e D. Lourdes, com olhos brilhantes, orgulhosamente assistiam a apresentação perfeita do filho.
Entre as músicas interpretadas, o tenor contou o início da carreira e confidenciou à plateia a admiração que sente pela solista do Coral Nossa Senhora da Piedade, Magda Mendes, e a forte influência que dela recebeu nas primeiras aulas de música coral que ela lhe ministrou, quando ingressou naquele grupo. Samuel falou do encantamento que sentia pela voz e técnicas vocais apresentadas a ele por ela. Dalva Frágula, regente do Coral N. Sa. da Piedade, foi altamente elogiada por ele pela técnica musical e pela dedicação ao Coral. Samuel Lopes, após falar da admiração que nutre por ela, nomeou-a "Embaixadora da Música", pelo comprometimento com a arte e pela dedicação ao Coral Nossa Senhora da Piedade.
A noite desta Quarta no Museu tornou-se especial. Metamorfoseou-se em pura magia, envolvendo todos os presentes. Resultado da majestosa apresentação do tenor Samuel Lopes e da pianista Euridiana.

Samuel Lopes é regente do Coral Bittencourt, por ele criado em 2002, sendo também o solista do grupo musical. Iniciou a carreira no Coral Nossa Senhora da Piedade em 2001. Participou também do Coral Arte Nossa, sendo ambos de Pará de Minas, cidade em que nasceu. Entusiasta, promove inúmeras apresentações divulgando o canto coral. Estudioso, desenvolve pesquisa sobre os autores e as músicas antigas da região Centro-Oeste de Minas Gerais. O talentoso tenor Samuel Lopes é graduando em Canto Lírico pela Universidade Federal de São João d'el Rei, onde também cursa Regência Coral e Educação Musical.
Euridiana Silva, natural de Divinópolis/MG, é bacharel em piano e mestre em estudo das práticas musicais pela Escola de Música da UFMG. É Educadora Musical no sistema de ensino Sesi/Fiemg em Divinópolis e Itaúna.

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A 4ª edição aconteceu em 23.06.2010 com a apresentação da Banda Uai Minas, grupo formado pelos jovens músicos Gustavo Silva, Robson Mendes, Gláucio Seabra e Caio Vaz. Eles uniram-se em janeiro deste ano, primeiramente com Robson, Gláucio e Gustavo. Posteriormente, Caio juntou-se a eles.
O grupo de músicos possui influências musicais semelhantes, um dos fatores agregadores dos talentosos jovens que já possuem diversificadas experiências musicais: Robson Mendes, guitarrista, é professor na Escola de Música Arte Nossa e participa de outros grupos musicais, como a Banda Casa da Mãe Joana e a Banda de Música do Caic, onde toca o Trompete, além dos trabalhos particulares; os irmãos Gláucio e Caio, baterista e baixista, respectivamente, atuam em grupos de jovens, movimento católico, e também integram a Banda de Música do Caic, Caio como trombonista e Gláucio como tubista; Gustavo, saxofonista, é professor da Escola Municipal de Música Geraldinho do Cavaquinho, participa da Banda de Música Lira Santa Cecília, como saxofonista, além de fazer trabalhos particulares.
A Banda Uai Minas, com amplo e diversificado repertório enfocando os clássicos da MPB, Jazz e Blues agradou a todos os gostos.

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A 3ª edição integrou a programação da 8ª Semana Nacional de Museus. Às 20h do dia 19.05.2010, houve a apresentação da Orquestra de Violões Anita Salles, regência de Júlio Saldanha, que também se apresentou com João Franco (voz e violão). Nem mesmo a intensa chuva que caiu, ocasionando transtornos, não afastou o educado público que foi prestigiar a apresentação musical. Após o conveniente intervalo, Júlio Saldanha pode prosseguir comandando a orquestra.

A Orquestra de Violões “Anita Salles” de Pará de Minas, primeira da região Centro-Oeste mineira, nasceu em 2003, contando na ocasião com onze membros fundadores. Desde então, foram várias apresentações em escolas, aniversários, saraus, lançamentos de livros, homenagens e serenatas com um repertório que varia música clássica, folclórica e popular.
Sempre com a preocupação de divulgar esta forma peculiar e coletiva de tocar violão, unindo gerações, a Orquestra criou projetos como o Ensaio Aberto na Praça, “Concertos Natalinos”, “Sexta em Serenata” e “Doe um violão e ganhe uma serenata”, este último com destaque na mídia nacional com reportagem vinculada ao MGTV, Bom dia Minas e Globo News da Rede Globo de televisão.
Reconhecida de utilidade pública municipal, a Orquestra de Violões  conta hoje com vinte e um membros de idades variadas divididos em três naipes de violão sob a regência de Júlio Saldanha.
João Franco e Júlio Saldanha criaram uma parceria há quase um ano. A primeira apresentação foi no próprio Museu, acompanhando o Coral Nossa Senhora da Piedade no lançamento do Hino do Sesquicentenário de Pará de Minas, composição de Júlio Saldanha e Dalva Frágula.
João Franco é uma referência no violão em Pará de Minas. Um dos principais violonista da cidade, participa sempre de grandes eventos, desde os tempos áureos da seresta em Pará de Minas.
Júlio Saldanha é cantor, compositor, escritor, pós-graduado em arteterapia e professor de violão. Idealizador da Orquestra de Violões “Anita Salles”, dedica-se à regência do grupo desde a sua fundação, há sete anos.

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A 2ª edição aconteceu em 14.04.2010 com o Grupo Brisa e Cia., formado pelas irmãs Sandra, Andréa, Derlane e Adriana Moreira, e Rodrigo Maciel (teclado e saxofone) e Glaucio (baixo). O vasto e eclético repertório que interpretaram agradou a todos que foram apreciar a beleza das vozes e interpretação do Grupo Brisa e Cia.

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A 1ª edição aconteceu em 10.03.2010 com a apresentação musical do compositor e cantor Ronaldo Cartacho e os músicos Daniel, Fernando, Guilherme, Bernardo e Patrícia.
O artista convidado para estrear o Quarta no Museu é um confesso admirador da mulher e autor de várias músicas dedicadas à elas, que foram apresentadas nessa noite em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.
Um público atento prestigiou a promoção. A esposa e filhas dele, além das amigas que o inspiraram a compor estavam presentes e foram homenageadas por ele. As músicas que ele compôs para elas foram apresentadas, contagiando os presentes.  Os músicos Daniel, Fernando, Guilherme, Bernardo e Patrícia fizeram o acompanhamento impecável. Foram homenageadas: Maiza Lage, Secretária da Cultura de Pará de Minas;  Jeane Menezes; Sheila Cartacho, sua esposa; as filhas, Maria Clara, Maria Eduarda e Maria Fernanda; Maria Raimunda Lacerda, Maria do Carmo (Cal), Lourdes Lopes; e Ana Maria Campos, diretora do Museu.

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